quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A evolução da nova gestão pública

A eficácia na gestão dos negócios públicos deve ser o alvo que o bom gestor nunca pode deixar de perseguir. A mentalidade dos que estão à frente do Aparelho Estatal tem que estar ligada à certeza de que uma má gestão implicará em prejuízos para todos, muitas vezes irreparáveis e imensuráveis.  A própria evolução da nova administração tratará de expulsar os que ali estão apenas com intenções que muito vemos: más, perversas e corruptas.

A sociedade que outrora clamava em voz baixa por mudanças, hoje se organiza e ganha forças em um duro processo de afirmação da democracia.  Pode parecer que ainda pouco se cobra, mas numa comparação não muito distante, vemos que os movimentos em prol da boa conduta dos gestores aumentam e ganham força a cada dia. Ainda chegará o tempo em que as corjas que têm se perpetuado no poder serão suprimidas e reduzidas a histórias. A vontade teoricamente soberana, a vontade do povo, deve prevalecer. Urna não significa democracia. A mesma se dá com a real participação do povo, com um governo pelo povo e para o povo. E a luta para isso não pode parar.